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Conta-me um Conto

Conta-me um conto é um recanto da PNETimagens que conta com a participação de todos. Ocasionalmente, será colocado um pequeno conto que os membros poderão ilustrar até 4 fotos. A sua interpretação do conto poderá ser comentada por todos. 
Esperamos que esta rubrica seja muito participada pela sua originalidade e exigência de imaginação e sensibilidade.
Boas fotos!
Caso esteja interessado(a) em contribuir com um pequeno texto para esta rubrica, envie-nos o conto com identificação do nº de membro.
Para propor as fotos para o Conta-me um conto, vá ao Gerir Galerias, escolha a foto e clique em Editar. Depois, é escolher a ordem dentro da sequencia das 4 fotos.
À tua procura
Ele: Onde estás? Ando à tua procura?

O Ser Procurado: Olá!... Estou aqui ao alcance de toda a gente, pois o que mais anseio é que alguém me encontre. Tenho a certeza que chego para toda a gente, basta que todos me permitam entrar no seu viver.

Ele: Ah! Já percebi, tu és a alegria da vida?

O Ser Procurado: Não, não é bem assim, não me deves confundir com a alegria, porque eu comprometo-me muito mais nas minhas realizações Quem me quiser para companhia, “explodirá” de satisfação, sobretudo sentirá a consciência tranquila sem qualquer sombra, ou dúvida, ou ressentimento de culpabilidade.

Ele: Estás a insinuar que a pessoa que te tiver como companhia se sentirá realizada e que sua quietude será plena e perfeita?

O Ser Procurado: Exactamente. As coisas dependem somente das próprias pessoas. Há pessoas que passam a vida toda à minha procura sem nunca se aperceberem que já me encontraram! Há outras porém, que me encontram com muita facilidade, mas que não sabem de mim cuidar. Gradualmente me deixam evaporar de suas vidas. Vivem estas pessoas numa constante procura, frequentemente porque não querem pagar o preço justo. Muitas vezes porque acham que estão mal apetrechadas para me conseguirem manter nas suas vidas. São aquelas pessoas que sentem um sentimento de insatisfação constante. Com tudo que obtém neste mundo acharão sempre que nunca estarão apetrechados para conviverem com a minha presença no seu viver.

Ele: Mas afinal quem és tu? Com quem é que eu estou a falar?

(com continuação numa próxima edição)
(autoria de Sérgio)

 

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